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| O
vapor sonoro de Pacini MAESTRO JÚLIO MEDAGLIA São Paulo, 24/7/96 |
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Notas
do Editor NEW YORK MUSIC GUIDE Stephen Weitz EUA - Agosto de 1996 |
Confirmando
os sentimentos de meu revisor na página 59 dessa edição,
Pacini estabelece o novo padrão pelo qual outros músicos
New Age devem ser julgados, explodindo na cena com nova vitalidade e
direção criativa, o melhor de todos os mundos, com sons
instrumentais, vocais e da natureza. Pacini
está aqui para ficar. |
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Pacini
- Finalmente + The Time + Blue Sky NEW YORK MUSIC GUIDE New Age Music Review Reviewed by JACOB DEBRIX EUA - Agosto de 1996 |
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Aqui está um artista buscando fundo dentro de si mesmo, empenhando-se em dar tanto para nós. Com Finalmente, Pacini inicia um trabalho coordenado de apresentar seu amor pela Música New Age associando os sons sintetizados da natureza com sua interpretação de sons do Oriente. Os primeiros 10 minutos do track #1 são sons instrumentais que facilmente conseguem voltar seus pensamentos para a natureza, acalmando sua mente, tornando-a una com a natureza. |
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Eu ouço os sons de percussão, oceano, gaivotas e anjos, uma "Sinfonia da Natureza, o Mundo pulsando como um coração", Pacini sugere. Eu espero um único coração, algum dia. O track #2 continua massageando seus sentidos, a Mente começa a aquietar-se e a tocar a si mesma. O terceiro track passa um sentido de premência, uma necessidade de ter as forças da natureza ajudando a humanidade. Em Finalmente, Pacini traduz com sucesso a Essência da Natureza em forma musical, os sentimentos da Natureza tornam-se sons que devemos ouvir, sentimentos que devemos ter em nossas vidas, experiências em que confiar. |
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O segundo CD de Pacini, The Time, abre com uma câmara de chuva, um sentido sinfônico da Natureza e um calmo fundo das massas. O track #2 é quase só guitarra, bem sugestivo de um parentesco com o estilo de tocar de Stanley Jordan em seu lançamento "Bolero", pela Arista Records. O track #7, "Spontaneous Prayer", passa uma sensação de World Music com sabor de jazz. É uma adição surpreendente aos sons de The Time, como é também "New York, New York", soando como um calmo piano de jazz clássico com suaves trompas ao fundo. |
Blue Sky viaja para um lugar sensualmente melódico
na Mente, ansioso por estar em repouso, para que a humanidade coexista
em paz. Sons que penetram fundo, tocam os sentidos, aliviam e exploram
a Mente - a música é muito calma e existencial. |
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Pacini &
Pacini: MEMORY |
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Carlos
Pacini e seu filho de 17 anos, Filho, combinaram seus talentos musicais
únicos em uma experiência orquestral altamente tocante,
de absoluta e real beleza, que propiciarão inquestionavelmente
um prazer de se ouvir. |
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Há
freqüentemente poetas que aspiram à habilidade musical,
mas quando este sonho se combina com um talento musical VERDADEIRO (tão
evidente aqui), que a realidade é ao mesmo tempo estonteante
e espiritual! Há também aqui vocais, trazendo um elemento
de envolvimento humano (e elevação humana) que certamente
impressionam. |
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Blue
Sky e Finalmente de Pacini NAPRA REVIEW What's New in Music |
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Blue Sky é flutuante, suave, mas rico em melodia. A criatividade de Pacini não permite o repetir de frases. Aliás, esta criatividade exuberante é a sua principal marca. Nada na sua música leva ao óbvio; mesmo as estruturas dos arranjos evitam os padrões óbvios e desgastados. Neste CD ele parece brincar de fazer música e, corajosamente, imprime os seus sentimentos. |
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Finalmente proclama a maturidade do movimento musical New Age. Há refinamento nos arranjos e beleza nas melodias sobrepostas. A extensão do detalhe revela o trabalho de um verdadeiro artesão do som. O começo majestoso evolui no quarto movimento para o interior de uma floresta tropical em uma noite de luar; os sons da natureza se misturam naturalmente com a estrutura harmônica dos instrumentos. |
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Pacini
descreve-o bem: "Ele soará como se você estivesse
diante de uma paisagem que o fizesse esquecer o tempo". |
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Pacini:
Finalmente, The Time, Blue Sky THE JOURNAL OF PROGRESSIVE MUSIC Revisado JOHN COLLINGE |
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É esse cara Kitaro Latino? Pacini, vindo do Brasil, tem o toque de Midas que pode fazer música predominantemente eletrônica soar praticamente orgânica. Esses três álbuns foram lançados simultaneamente nos Estados Unidos pelo selo Scorpius (licenciado pelo selo Nueve de Copas do Uruguai). Eles exibem uma ampla faixa de cores e texturas variando do profundamente meditativo ao celebratório. Em cada caso, porém, as composições são intuitivamente estruturadas, confiando mais em harmônicos e sinergia de sons do que em melodia para sustentá-las. Finalmente usa sons da natureza,
reais e sintetizados, como fundo para multi-camadas de sintetizadores,
piano e instrumentos acústicos para tecer a sua mágica
impressionista. Cada um desses três álbuns possui um frescor e calor elusivos, incomuns a projetos baseados em teclado de uma só pessoa no gênero new age. Pacini está definitivamente fazendo uma coisa boa. |
| Para Relaxar REVISTA VEJA Celso Masson 18/12/1996 |
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Ainda desconhecido dos brasileiros, o compositor Carlos Pacini, de 47 anos, está se transformando numa sensação nos Estados Unidos entre os apreciadores de música New Age. Com três discos recém-lançados no mercado americano, Pacini já coleciona críticas elogiosas, publicadas até mesmo em revistas de Rock. O "New York Music Guide" dedicou dois artigos ao brasileiro. Num deles, o autor afirma que o brasileiro "ESTABELECE UM NOVO PADRÃO PARA A MÚSICA NEW AGE". Na semana passada, seus três CDs, "Finalmente", "The Time" e "Blue Sky", saíram também no Brasil. Segundo o compositor, a TV Globo já utilizou trechos de composições suas como fundo musical de nada menos que dezoito reportagens. A atriz Lucélia Santos acaba de convidá-lo para compor a trilha de um longa metragem que produzirá na China. |
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| Carlos Pacini nasceu em Natividade, pequeno município que hoje pertence ao Estado de Tocantins. Filho de uma professora de 1º grau, aos 14 anos foi estudar em Goiânia. Na época, construiu seu primeiro instrumento musical juntando uma lata de goiabada, um toco de madeiras e fio da náilon. Estudou violão por conta própria até ser chamado para dar aula em conservatório e fazer recitais pelo Brasil. Formado em direito, ganhou dinheiro como advogado e passou sete anos montando seu próprio estúdio, onde gravou o material dos três discos. Apesar do rótulo que ganhou dos americanos, a música de Pacini bem diversificada, com climas variados, superando as limitações rítmicas e melódicas que custumam prevalecer nesse gênero. "A inclusão da minha música no movimento New Age é retritiva, mas de certa forma ajuda a posicioná-la no mercado", diz o compositor, que já inventou um nome para o que faz: "Música Intuitiva". | ||
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Registro JORNAL DO BRASIL 14/12/1996 |
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Escolhido: o músico brasileiro,
PACINI, 47 anos, para integrar a primeira enciclopédia internacional
especializada em World Music, que será lançada na primavera
de 97, pela Dutch Publishing House Kosmos, na Holanda. |
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Em nossa última exposição "interativa" no Espaço Cultural da Infraero - Aeroporto de Congonhas, S. Paulo - onde tínhamos poesias, críticas e CDs (listening stations) para o público em geral ouvir e se aprofundar melhor nas obras de PACINI, tivemos a honra de ter em nosso livro de registros - entre outras personalidades - os sentimentos expressados de próprio punho do grande músico de renome internacional, o pianista Arthur Moreira Lima, em 09 de Julho de 2000: "MÚSICA INTELIGENTE, BEM PRODUZIDA E QUE ENCONTRARÁ, SEM DÚVIDA, UM LUGAR MERECIDO NA ENORME DIVERSIDADE DO ATUAL UNIVERSO MUSICAL." |
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